Tem coisas que ainda dóem muito o coração...
E eu me pergunto, mas por quê? Por quê? Por que ainda dói tanto? Será que o que a gente achou que já tinha passado, não passou tanto assim?
Na verdade, acho que existe uma conexão automática memória-coração, já que certas coisas que são ligadas na memória agem diretamente naquela dorzinha no peito... (é quase um reflexo!)
O problema é que aquela conexão tem um atraso na via de desligamento, já que a tal dorzinha perdura mesmo depois da conexão já estar fora do ar...
O ser humano é uma caixinha de surpresas...
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Tem gente que chega sem bater na porta e dá um susto no coração da gente. Outros chegam e até batem, mas quando a gente abre, igualmente leva um susto.
Às vezes eu queria umas coisas mais claras... outras vezes, nem tão claras assim!
Tudo bem, eu concordo. Somos complicadas mesmo. Às vezes um ‘não’ NÃO é apenas um ‘não’. Outras vezes, um ‘não’ É simplesmente um ‘não’! (parafraseando Freud... “Às vezes, um charuto é apenas um charuto” e “Nem sempre um charuto é apenas um charuto”.)
O segredo? Está na abstração do nosso universo. Sensibilidade e percepção... (E o mundo não gira ao redor do umbigo feminino não, tá. Rs. =P)
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